Dicas de leitura

Sugestão de livro para outubro: Como Lidar com Diversidades Culturais

Sinopse: Esse livro orienta como promover a diversidade na sua equipe e vencer os desafios que podem surgir pelo caminho, trazendo os conceitos que mostrarão como: recrutar uma equipe diversificada, heterogênea e multirracial. Orienta, ainda, como substituir concepções culturais erradas comuns por fatos; reconhecer e aproveitar o valor comercial gerado pela diversidade que uma equipe de trabalho deve possuir.2826215


Sugestão de livro para setembro: O Monge e o Executivo

Sinopse: Após enfrentar problemas familiares, tanto em seu casamento quanto a rebeldia dos seus filhos e, no trabalho uma rebelião sindical na empresa em que trabalha, Jonh recebe a proposta de participar de um retiro com duração de uma semana, com a ilustre presença de um ex-executivo, Leonard Hoffman, que abandonou sua carreira de empresário para se dedicar a sua religião como sendo monge.

Ao saber da presença daquele empresário tão reconhecido nacional e internacionalmente, Jonh prontamente aceita a proposta de ficar uma semana em um local distante de sua residência na presença de um grupo aleatório de pessoas. Neste retiro, John passa por inúmeros ensinamentos sobre a arte da liderança, comandado pelo ex-executivo, Simeão.

Ao longo da semana, John quebra diversos paradigmas a respeito do seu conceito de liderança que, em suma, é baseada na autoridade, no amor e no ato de servir ao próximo, e não no poder como de costume.

Após uma semana de tremendos ensinamentos e uma rotina cansativa, John retorna a sua cidade de origem, com novas ideias e uma mente com pensamentos completamente diferentes, disposto a mudar a realidade que está passando.livro

Texto de Daniel Azeredo Vieira.

Quer saber mais sobre o livro? Acesse:  http://www.primeironegocio.com/livros/o-monge-e-o-executivo-resumo/


Sugestão de livro para agosto: Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Sinopse
A cada ano as pessoas sentem mais dificuldades para administrar seus problemas. Com um ritmo de vida frenético e exaustivo, ninguém consegue encontrar o equilíbrio necessário para solucionar as questões mais corriqueiras, seja no campo afetivo, familiar ou profissional. O autor acredita que para vencer todos esses desafios é necessário assimilar sete hábitos. São eles os responsáveis pela eficácia pessoal e permitem distinguir as pessoas felizes, saudáveis e bem-sucedidas das fracassadas ou daquelas que sacrificam o equilíbrio interior e a felicidade para alcançar o êxito. Nos trechos inéditos do livro, Stephen R. Covey mostra por que os sete hábitos ainda são essenciais para as pessoas alcançarem o que desejam na vida pessoal e profissional. Seu objetivo é oferecer ferramentas para a mudança e o desenvolvimento de pessoas e organizações no mundo inteiro. Além disso, aborda questões atuais e responde às dúvidas mais frequentes dos seus leitores ao longo desses quinze anos. Os sete hábitos do título constituem os princípios fundamentais da eficiência humana, são hábitos primordiais que representam a interiorização dos princípios corretos, nos quais estão baseados o sucesso e a felicidade duradoura. Mas será que esses sete hábitos ainda são relevantes hoje? Segundo Covey, quanto maiores as mudanças e mais difíceis os desafios, mais importantes eles se tornam. “Neste livro coloquei o que acredito serem os princípios da vida efetiva. Baseei-me, então, em qualidades imutáveis como responsabilidade, integridade, respeito e compreensão mútua. Esses princípios são tão válidos hoje quanto na época em que o livro foi publicado pela primeira vez”.

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Sugestão de livro para Julho: Quem mexeu no meu queijo?

SOBRE O LIVRO
De fácil leitura e compreensão, QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO? é uma parábola que retrata a vida, suas mudanças e os objetivos (queijos) que muitos buscam. O “LABIRINTO”, onde os personagens vivem a história, representa o local onde ocorrem as buscas incessantes pelos seus objetivos. Seja no emprego, na família ou mesmo nos relacionamentos pessoais. É uma analogia ao cotidiano do ser humano, sujeito a mudanças inesperadas.

OS PERSONAGENS
O autor utiliza-se de quatro personagens: Os ratos Sniff e Scurry, e os duendes Hem e Haw para retratar as diversas características do ser humano. Seu lado simples e complexo. Em alguns momentos o homem pode agir como Sniff, aquele que percebe rápido as mudanças. Ou então, como Scurry, que sai em atividade, é mais pró-ativo. Ou Hem, um dos duendes, que não aceita as mudanças, resistindo a elas. Ele acredita que algo pior pode acontecer. E finalmente Haw, o outro duende: Adapta-se em tempo a nova realidade e acredita que as mudanças podem levar a algo melhor.

IDÉIAS INICIAIS
Os quatro personagens acima descritos vivem um desafio em busca de seus queijos. O queijo, representado no livro como sendo aquilo que se gostaria de ter, é o objetivo principal da busca dos personagens: Emprego, dinheiro, saúde e até um bom relacionamento amoroso. O labirinto representa o lugar onde essa busca acontece. Seja na empresa onde se trabalha, na família ou então na comunidade em que está inserido, onde vive. Cheio de corredores e divisões, o labirinto tem em alguns lugares, queijos deliciosos. Porém em outros, corredores escuros e até becos sem saída. Os personagens viviam correndo atrás de queijo para se alimentarem e ficarem felizes. Aqueles que encontravam o caminho eram premiados com uma vida mais tranqüila. “A vida não é um corredor reto e tranqüilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens, pelas quais nós devemos procurar nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída”.

A HISTÓRIA

Parte 1: Todos os dias, ratos e duendes saiam pelo labirinto em busca de queijo. Os ratos, Sniff e Scurry, saiam procurando de um corredor para outro. Se não encontravam num, logo iam para outro. Lembravam dos locais que já haviam passado e que não tinham conseguido nenhum queijo e logo iam para outro lugar. Sniff, usando seu faro aguçado, farejava a direção, Scurry por sua vez, saía na frente. Apesar de se perderem e até acabarem batendo nas paredes, logo achavam o caminho. Após algumas buscas, finalmente todos eles encontram, em um local dos corredores do labirinto, denominado de “Posto C”, o queijo que cada um procurava. Ambos já não se preocupavam mais, já tinham o que buscavam. Todos os dias eles acordavam e se dirigiam para o Posto C para se alimentarem. Sniff e Scurry mantinham a mesma rotina, acordavam cedo todos os dias e seguiam o mesmo caminho do labirinto.

Porém Hem e Haw passaram a estabelecer uma outra rotina. Como já sabiam onde estava o queijo e qual seria o caminho que deveriam seguir, passaram a acordar um pouco mais tarde. Arrumavam-se sem muita pressa e seguiam para o Posto C. Hem e Haw sentiam-se felizes com a nova situação. Achavam-se os donos do queijo, embora nem soubessem quem o havia colocado ali. Como havia muito queijo, chegaram inclusive a mudar-se para próximo do Posto C. Sniff e Scurry seguiam em suas rotinas normalmente, acordando cedo todos os dias. Chegavam ao Posto C, e antes de se alimentarem, cheiravam o queijo e faziam uma vistoria no posto para ver se havia ocorrido alguma mudança em relação ao dia anterior.

Parte 2: Um belo dia, ao chegarem no Posto C, Sniff e Scurry descobrem que o queijo havia sumido. Eles não se surpreendem, pois já algum tempo percebiam que o estoque de queijo estava acabando e já estavam preparados para o que pudesse vir a acontecer. Por instinto e sem complicar muito, eles percebem que a situação no Posto C havia mudado, logo eles também teriam que mudar. Sniff fareja para outras direções do labirinto e sinaliza para Scurry que logo em seguida sai correndo pelo labirinto. Sniff o segue e ambos partem em busca de um novo queijo. Hem e Haw, que geralmente chegavam mais tarde no Posto, levam um susto ao perceberem que o queijo que os alimentava todos os dias não estava mais no lugar onde durante um bom tempo tinha estado. Ao contrário de Sniff e Scurry, Hem e Haw não tinham percebido as pequenas mudanças que estavam ocorrendo no dia-a-dia. Eles acreditavam que ao chegarem no Posto C o queijo estaria esperando por eles. Inconformado, Hem passa a gritar: Não há queijo? QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO? Haw também não estava preparado para o que estava acontecendo. Ele também achava que o queijo estaria no Posto C. Para ambos, o queijo era muito importante. Eles ficaram durante um bom tempo, pensando no queijo que havia sumido, esperando que alguém o colocasse de volta no mesmo lugar.

Enquanto Hem e Haw ficavam indecisos, esperando para decidir o que fazer, já que suas realidades tinham mudado, Sniff e Scurry seguiam rapidamente adiante em busca de um novo queijo. E lá ficaram os duendes, pensativos e sofrendo com a perda do queijo. Haw, inclusive havia feito planos para o futuro, confiando no queijo do Posto C. Cansados e com fome, voltam para casa. No dia seguinte voltam ao Posto com esperança de encontrarem o queijo, como que de repente alguém o tivesse colocado de volta. Mas nada havia mudado, o queijo realmente havia desaparecido. Haw cai em si e questiona a falta de Sniff e Scurry: Onde eles poderiam estar? O que poderiam eles, dois ratos, saberem o que dois duendes não o poderiam? E ficaram, discutindo e comparando suas capacidades em relação às capacidades de Sniff e Scurry. Estes, que já estavam longe a procura de outro queijo. Durante algum tempo Sniff e Scurry procuraram em vários corredores, inclusive em lugares onde nunca haviam entrado antes.

De repente, chegam ao Posto N de Queijo e se deparam com o maior estoque de queijo que já haviam encontrado. Enquanto isso, no Posto C, Hem e Haw ainda não haviam se decidido. Haw ficava imaginando seus amigos Sniff e Scurry saboreando um novo queijo que haviam encontrado. E ele também se imaginando, saindo pelo labirinto em busca de um novo queijo. Este sentimento desperta em Haw uma vontade de sair pelo labirinto, porém Hem, demonstra-se desanimado, acomodado e com medo do que poderia encontrar lá fora. Então Haw, pensando que, se seus amigos ratos podem, ele também pode. Em seguida ele parte sozinho pelo labirinto em busca de um novo queijo. Ele começou a se desprender de seus medos e a acreditar mais. Finalmente Haw encontra o que tanto procurava, porém se surpreende ao encontrar seus amigos ratos que lá também estavam. Já haviam encontrado o queijo algum tempo. E Haw fica a pensar em seu amigo Hem: Será que ele havia mudado de idéia e entrado no labirinto?

O livro QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO? é recomendável para a leitura, tanto para estudantes, bem como para profissionais das mais variadas áreas, entre outros. A mensagem do texto apresenta as mudanças as quais todos estão sujeitos, e que devemos estar preparados para elas. Não se deve acomodar diante das situações.

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Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/resenha-quem-mexeu-no-meu-queijo/12122/